A biometria será utilizada novamente nas eleições deste ano como parte dos mecanismos adotados pela Justiça Eleitoral para reforçar a segurança da votação. A tecnologia estará disponível em todas as seções eleitorais do país e permitirá a identificação dos eleitores por meio das impressões digitais.
O cadastro biométrico, no entanto, não é obrigatório para votar. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), eleitores com o título regular poderão votar normalmente mesmo sem ter realizado a biometria. Nesse caso, será necessário apresentar um documento oficial de identificação com foto.
A Justiça Eleitoral também prevê alternativas para situações em que a urna não consiga reconhecer a digital de um eleitor cadastrado. A leitura poderá ser realizada até quatro vezes. Persistindo a falha, os mesários poderão confirmar a identidade por meio de outras informações disponíveis no cadastro eleitoral. Após a identificação, o eleitor estará apto a votar.
Implementada pela Justiça Eleitoral em 2008, a biometria tem como objetivo evitar que uma pessoa vote no lugar de outra e ampliar a segurança do processo eleitoral. O sistema também contribui para a identificação de possíveis registros eleitorais duplicados.
O prazo para realizar o cadastramento biométrico e utilizá-lo nas eleições de 2026 terminou em maio. Quem ainda não possui o registro deverá procurar a Justiça Eleitoral após o pleito para regularizar a situação.
Durante o cadastramento, são coletados dados como fotografia, impressões digitais dos dedos e assinatura do eleitor. As informações passam a integrar o cadastro da Justiça Eleitoral e são utilizadas nos procedimentos de identificação durante a votação.








