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Shopee abre centro de distribuição em Campina Grande do Sul

A gigante do comércio eletrônico Shopee inaugurou nesta terça-feira (5) um novo centro de distribuição em Campina Grande do Sul, próximo a Curitiba. O objetivo da nova unidade é reduzir o tempo de entrega das encomendas e melhorar a logística da operação no Brasil.

A abertura faz parte do plano de expansão da empresa previsto até 2026, que busca otimizar os prazos de entrega. Em 2025, ações similares permitiram à Shopee reduzir o tempo médio de entrega em 1,5 dia no quarto trimestre. A unidade em Campina Grande do Sul deve gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos.

De acordo com Rafael Flores, head de expansão da Shopee, a localização estratégica das novas unidades desempenha um papel essencial nos resultados. “Com os novos centros em Vitória, Curitiba e Fortaleza, ampliamos nossa presença em regiões estratégicas e aproximamos ainda mais a operação dos consumidores locais, reduzindo prazos de entrega e fortalecendo o ecossistema de vendedores da região”, afirmou.

Além de Campina Grande do Sul, a Shopee também inaugurou novos centros de distribuição em Vitória, no Espírito Santo, e Fortaleza, no Ceará, nesta mesma data. Esses espaços se somam aos 19 já existentes no Brasil, alcançando um total de 22 centros de distribuição. Juntos, esses centros têm capacidade para processar até 700 mil pedidos por dia, atendendo vendedores e consumidores locais.

A Shopee opera com mais de 200 hubs de primeira e última milha e conta com ao menos 3 mil Agências Shopee espalhadas por todo o Brasil, as quais reduzem os prazos de entrega, otimizam a experiência do consumidor e criam oportunidades econômicas para pequenos e médios comerciantes.

Outro fator de destaque na estrutura logística da Shopee é sua rede composta por mais de 45 mil motoristas parceiros, que realizam as entregas diretamente aos clientes. Contudo, a empresa também foi afetada pela chamada “taxa das blusinhas”, uma medida do governo Lula que buscava desestimular compras internacionais de pequeno valor. A medida teria inibido ao menos R$ 4,5 bilhões em importações, impactando negócios como o da Shopee, que trabalha com vendedores de diferentes países.

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