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Homem morto a tiros em São José dos Pinhais tinha histórico de violência doméstica, afirma polícia

O homem morto na frente de casa, identificado como José Rildo Graciano, de 56 anos, em São José dos Pinhais, foi alvo de disparos de arma de fogo no sábado (19) após uma discussão. De acordo com a Polícia Civil do Paraná (PCPR), a vítima tinha histórico de violência doméstica e o suspeito do crime permanece foragido. O crime ocorreu na Rua Santa Cruz, no bairro Cachoeira.

Segundo a PCPR, José Rildo teria passado o dia consumindo bebidas alcoólicas e, ao voltar de um bar para a residência onde vivia com sua companheira, iniciou uma discussão que culminou no crime. O delegado responsável pelo caso, Fábio Machado, destacou: “Ele morava com essa mulher. Ele tinha um histórico de violência doméstica”.

O suspeito dos disparos seria o companheiro da filha da mulher que vivia com José Rildo, como detalhou o delegado: “Ele é casado com uma mulher. Essa mulher tem uma filha que não é filha dele, que é casada com o autor dos fatos. Seria como se fosse genro, mas não é”. Durante a confusão nas proximidades da casa, o suspeito efetuou os tiros e fugiu no veículo Peugeot de cor prata.

Equipes da Polícia Militar do Paraná (PMPR) atenderam a ocorrência. Segundo o tenente Júlio da Costa, a vítima apresenta pelo menos dois ferimentos provenientes de tiros. “Ele foi alvejado por disparos de arma de fogo, pelo menos dois disparos que o SIATE constatou. Até o momento, a única informação que temos é que o autor desses disparos teria se evadido em um veículo Peugeot de cor prata”, declarou.

José Rildo Graciano, que trabalhava como pintor automotivo, foi sepultado no domingo (19) em São José dos Pinhais. Segundo a PMPR, momentos antes do crime o homem teria se envolvido em desentendimentos em um bar, e depois, próximo à sua residência, iniciou-se a briga de natureza familiar que levou ao homicídio.

A Polícia Civil continua investigando o caso e procurando o suspeito. Informações que ajudem a localizar o autor dos disparos podem ser repassadas anonimamente pelos telefones 197, da PCPR, ou 181, do Disque-Denúncia.

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