Mais de R$51 milhões estão sendo investidos pela Fundação Araucária em uma ampla rede de colaboração científica, que reúne universidades, centros de pesquisa e representantes do setor produtivo. O principal objetivo do projeto é o desenvolvimento de novas tecnologias, a geração de conhecimento e a formação de profissionais altamente qualificados para atender às demandas do agronegócio no estado.
A iniciativa foca em cultivos de feijão, soja e manejo de solos. De acordo com Maria Celeste Gonçalves Vidigal, pesquisadora e professora da Universidade Estadual de Maringá, o projeto busca criar cultivos mais produtivos e resistentes: “A intenção é obter variedades que atendam melhor às necessidades do setor, respondendo bem às condições climáticas e superando desafios do campo”.
Na área de soja, o foco vai além da produtividade, abrangendo também a adaptação e a resposta a questões relacionadas às mudanças climáticas. Glauco Vieira Miranda, professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e coordenador desse segmento no projeto, destaca: “Essa iniciativa promove a integração entre pesquisadores e instituições, aproximando a produção científica das reais necessidades do campo”.
O projeto é visto como uma oportunidade de fortalecer a inovação e a sustentabilidade do agronegócio no Paraná, trazendo benefícios tanto para a pesquisa acadêmica quanto para os produtores rurais.








