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Massa de ar frio de 2026 promete queda brusca de temperaturas no Paraná

A primeira massa de ar frio de 2026 chegará ao Paraná no próximo domingo, ocasionando queda de até oito graus nas temperaturas em 24 horas. Em Curitiba, por exemplo, as máximas devem cair de 29 °C no sábado (3) para 21 °C no domingo (4), conforme previsão do Simepar. Na segunda-feira (5), a temperatura máxima poderá reduzir ainda mais, chegando a 19 °C, e na terça-feira (6), as mínimas podem alcançar 13 °C, algo atípico para o verão.

Nesta sexta-feira (2), ainda há condições para pancadas de chuva isoladas em todo o Paraná. Contudo, a partir da tarde, uma massa de ar mais seco deve entrar pelo sul do estado, reduzindo a instabilidade nessa região. Já nas faixas norte e leste, a maior disponibilidade de umidade favorece tempestades localizadas, que podem provocar grande volume de chuva em curto período, alta incidência de raios e fortes rajadas de vento, inclusive em Curitiba. As temperaturas máximas devem se aproximar dos 30 °C em todas as regiões.

No sábado (3), o calor ainda será intenso em várias áreas do estado, com máximas acima de 30 °C. Mesmo com redução na formação de áreas de instabilidade no interior paranaense, não está descartada a possibilidade de rápidas pancadas de chuva, sobretudo no período da tarde. Entre a Serra do Mar e o Litoral, as condições permanecem mais favoráveis para ocorrência de chuva devido à passagem de um sistema frontal pelo Oceano Atlântico, na altura do Paraná.

No contexto do verão, as condições climáticas do Paraná, segundo o Simepar, incluem um janeiro com chuvas intensas, enquanto fevereiro e março terão uma distribuição irregular das precipitações. O verão se caracteriza historicamente por acumulados elevados de chuva e pelos dias mais longos e aquecidos do ano, frequentemente marcados por calor intenso.

“A estação apresenta maior frequência de atuação dos sistemas convectivos de mesoescala no Estado, com linhas de instabilidade, aglomerados de nuvens convectivas e tempestades localizadas. Normalmente estas instabilidades são potencializadas por uma atmosfera mais aquecida e com taxas de umidade elevadas”, explica Júlia Munhoz, meteorologista do Simepar.

Impactos de fenômenos como o La Niña devem ser pequenos, pois há probabilidade de pouco mais de 50% de que persista até fevereiro, caindo para cerca de 20% entre fevereiro e março.

As temperaturas durante o verão de 2025/2026 tendem a ficar dentro ou acima da média histórica, especialmente em março, quando as médias geralmente são mais baixas. O volume de chuvas em janeiro deverá superar a média na maior parte do estado, enquanto em fevereiro e março, a distribuição deverá ser mais irregular.

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