Uma nova página começa a ser escrita na história do Santa Mônica Clube de Campo. Na noite de segunda-feira (5), o clube realizou a cerimônia de posse do novo presidente, Dionizio Roldo, e da diretoria que estará à frente da instituição no período de 2026 a 2029.
A solenidade sediada no Salão Social, teve a presença de associados, conselheiros, familiares, colaboradores e ex-presidentes que ajudaram a construir a trajetória do clube. Compuseram a mesa principal José Carlos da Fonseca Freitas, Raul Alcântara de Souza, Aniceto Zanuzzo e Carlos Carnasciali, além do então presidente Paulo Manoel Barbosa, que encerrou o mandato iniciado em 2023.
Também participaram o presidente do Sindiclubes-PR, Ali Tarbini, o diretor financeiro da entidade, Ronaldo Antunes, o presidente da Junta Eleitoral,Gelson Arend e os presidentes dos Conselhos Fiscal e Deliberativo, João Manoel Delgado Lucena e Nei Pereira Carvalho.
A cerimônia contou ainda com a execução do Hino Nacional, interpretado pela associada Giuliana Zanchettin de Lima, acompanhada de Francisco Alexandre José de Souza. A dupla também foi responsável pela trilha musical de outros momentos da noite, que contou com um jantar especial aos convidados.

Fim de um ciclo
Ao deixar a presidência, Paulo Manoel Barbosa relembrou as obras, modernizações e investimentos realizados nos três anos de gestão. “Cada projeto entregue representa muito mais do que uma obra física. Representa planejamento, responsabilidade e o desejo permanente de deixar o nosso clube cada vez melhor, mais moderno, seguro e preparado para as próximas gerações”, afirmou.
Barbosa também agradeceu aos conselhos, diretores, funcionários e familiares e destacou a atuação da esposa, Leandra Kely Grzyb, no Departamento de Ação Social (DAS).
Ação social
Leandra enfatizou a participação dos associados nas campanhas de arrecadação e defendeu a continuidade do trabalho social. “Trabalhem com amor e com o coração, sempre pensando na união do grupo, deixando o ego de lado”, afirmou.

Estatuto e responsabilidade
O presidente do Conselho Deliberativo, Nei Pereira de Carvalho defendeu a importância da continuidade institucional. “O Santa Mônica é maior do que qualquer presidente, diretor, conselheiro, chapa ou eleição”, declarou.
Ele também reiterou o respeito ao Estatuto durante a gestão e, por questões pessoais, informou que não integrará a nova administração, mas seguirá à disposição do clube.
Novo presidente
Eleito em 27 de setembro pela Chapa Coração Moniquense, Dionízio Roldo assumiu oficialmente a presidência do Santa Mônica para o triênio 2026-2029.
Em seu primeiro discurso, falou da responsabilidade de comandar uma instituição construída por gerações. “Assumir a presidência do Santa Mônica Clube de Campo não é apenas uma honra. É uma enorme responsabilidade”, afirmou.
Roldo também defendeu a união após a eleição: “A disputa eleitoral terminou, a eleição acabou, o clube continua. E a partir de hoje não existe mais chapas concorrentes. Existe apenas uma camisa. Existe apenas um clube.”

Experiência e renovação
A eleição registrou 1.247 votos, dos quais 520 foram para a Chapa Coração Moniquense. Com 18 anos de atuação na diretoria, Roldo já passou por diferentes áreas do clube e também ocupou a Vice-Presidência.
A chapa reuniu experiência e renovação, com 80 integrantes, sendo 40 candidatos pela primeira vez. Entre as prioridades estão melhorias no atendimento, serviços, tecnologia, transparência e equilíbrio financeiro.

“O dever chamou”
Em entrevista exclusiva ao União Metropolitana, Roldo afirmou que a candidatura surgiu das circunstâncias do processo eleitoral, e não de uma antiga ambição pessoal. “Não é um desejo. É uma vontade que veio das situações que se apresentaram”, explicou.
Segundo ele, a experiência acumulada no clube pesou na decisão. “Quando você está envolvido na administração do clube há 18 anos, construindo um legado, e percebe que o futuro do clube está em jogo, você não pensa duas vezes.”
Para os próximos três anos, Roldo promete uma gestão mais tranquila, com menos conflitos internos e maior atenção às demandas dos associados. “O associado pode ter certeza que nós vamos ter a ambição e a audácia de fazer uma gestão bem mais tranquila”, afirmou.
O objetivo, segundo Roldo, é deixar um legado positivo. “Vamos trabalhar para entregar um bom legado para o sócio.”
Ao final da entrevista, Roldo sintetizou em uma frase a proposta que pretende levar à nova gestão: “Não apenas prometemos, fazemos. Não apenas falamos, trabalhamos. Não apenas administramos, cuidamos”, conclui.








