Município busca ampliar rede de famílias voluntárias para acolhimento temporário de crianças e adolescentes
Em Campina Grande do Sul, uma iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Social está transformando a realidade de crianças e adolescentes que atravessam momentos de fragilidade familiar. O Programa Família Acolhedora oferece acolhimento temporário em ambiente familiar para aqueles que foram afastados judicialmente de suas famílias.
O serviço está com as inscrições abertas e busca homens e mulheres dispostos a oferecer não apenas um teto, mas também o calor de um lar, garantindo cuidado, proteção e afeto enquanto a situação familiar dessas crianças e adolescentes é acompanhada pela Justiça.
A diferença entre abrigação e acolhimento
Ao ser acolhida por uma família voluntária, a criança ou adolescente passa a integrar a rotina do lar, participando de momentos simples do cotidiano, como as refeições em família, passeios ao parque e atividades diárias em um ambiente familiar mais próximo e personalizado.
O serviço funciona como uma ponte de cuidado e esperança enquanto a situação familiar é acompanhada pela Justiça e pela rede de proteção social. Durante esse período, a criança ou adolescente permanece sob acolhimento temporário até que seja possível o retorno seguro à família de origem ou, em casos excepcionais, a inclusão em uma família adotiva.
Diferente da adoção, o programa tem caráter provisório. Um dos requisitos fundamentais é que as famílias interessadas em participar não estejam na fila de adoção nem tenham intenção de adotar, garantindo que o foco permaneça no acolhimento temporário e no cuidado durante esse momento de transição.

Como funciona o gesto de acolher?
Tornar-se uma família acolhedora é um compromisso sério, guiado por uma equipe técnica que oferece todo o suporte necessário. Os voluntários passam por um criterioso processo que envolve:
- Seleção e capacitação: Preparação teórica e prática para lidar com o momento delicado da criança.
- Acompanhamento contínuo: Suporte constante da Secretaria de Desenvolvimento Social durante todo o período de convivência.
- Perfil do voluntário: Podem participar pessoas acima de 18 anos, residentes em Campina Grande do Sul ou municípios vizinhos.
- Diferença da adoção: Um requisito fundamental é que os interessados não tenham o desejo de adotar a criança acolhida, mantendo o foco na transitoriedade do cuidado.
Serviço: abra seu coração e sua casa
Se você tem disposição para cuidar, proteger e oferecer afeto a quem mais precisa, procure a Secretaria de Desenvolvimento Social. Um pequeno gesto de acolhimento hoje pode mudar permanentemente a trajetória de uma vida amanhã.
- Telefone: (41) 3162-7298
- E-mail: [email protected]
- Informações: www.campinagrandedosul.pr.gov.br/familia-acolhedora









