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Viaduto inacabado há 30 anos em São José dos Pinhais será concluído pelo governo estadual

O Governo do Estado, por meio da Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), anunciou a conclusão de uma obra que está prestes a completar três décadas em São José dos Pinhais. Trata-se do viaduto construído em 1998 ao longo do Contorno Leste, sob responsabilidade do extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER). Desde então, a construção nunca foi finalizada e tornou-se um símbolo de projeto público mal executado.

A Amep já contratou um estudo para a avaliação estrutural do viaduto. A empresa responsável realizará os levantamentos necessários para verificar a integridade da edificação existente, além de implementar reparos ou reforços estruturais, caso sejam necessários. Os trabalhos começam nesta semana. Em seguida, será contratada a execução da obra. O custo total do investimento será de aproximadamente R$ 18 milhões. A obra será realizada em parceria com a Prefeitura de São José dos Pinhais, responsável pelos acessos às vias. Inicialmente, não haverá necessidade de alterações no tráfego de veículos no Contorno Leste.

O viaduto interligará duas regiões importantes de São José dos Pinhais: o bairro Roseira e o Complexo Renault com o bairro Afonso Pena e a Avenida Rui Barbosa. Sem o funcionamento da via, os moradores dessas áreas precisam usar diariamente o Contorno Leste como única alternativa de deslocamento.

De acordo com Gilson Santos, diretor-presidente da Amep, não foram encontrados documentos sobre o projeto original, mesmo após buscas em diversos órgãos. “Esse é um dificultador que vamos enfrentar partindo do zero, contratando um amplo estudo sobre as condições estruturais do que já está construído e produzindo o anteprojeto de tudo que ainda resta, como terraplenagem, alças e ligação viária”, explicou.

Lucas Pigatto, secretário de Urbanismo e Transporte de São José dos Pinhais, enfatizou que o viaduto inacabado prejudica a imagem da cidade e inviabiliza uma solução para o problema de deslocamento na região. “As pessoas são obrigadas a entrar na rodovia para chegar ao centro da cidade e aos terminais de ônibus, por exemplo. Se o viaduto funcionar, vamos resolver essa dificuldade”, afirmou.

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